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Notícias > Vigilância faz trabalho de prevenção e pesquisa no Jardim Laura

Quem mora no Jardim Laura notou que durante a semana a equipe da Vigilância em Saúde da Prefeitura de Campo Limpo Paulista, acompanhada por profissionais de diversos outros órgãos, realizou um trabalho intenso na região. O motivo é a orientação de moradores, prevenção e pesquisa, após um caso de leishmaniose visceral ter sido confirmado em um cachorro do bairro.

Para capturar o flebótomo, conhecido como ‘mosquito-palha’, vetor da doença, foram instaladas 30 armadilhas em 15 casas da região, uma dentro e outra fora de cada residência. Todas foram recolhidas nesta quinta-feira (12).

Além disso, as equipes iniciaram as coletas de sangue de 100 cachorros. Por conta da chuva, o trabalho prosseguirá na segunda-feira (16).

Tudo passará por análise no Instituto Adolf Lutz e os resultados devem ser conhecidos em aproximadamente 15 dias. “O trabalho é de prevenção. Não há registro de outros casos da doença em Campo Limpo Paulista”, esclarece o veterinário Luis Gustavo Grijota Nascimento.

Segundo ele, o objetivo é ter um diagnóstico claro e descobrir se o caso registrado é autóctone (contraído na cidade) ou importado. Já a coleta de sangue serve para investigar se outros cachorros estão contaminados.

De acordo com o veterinário, o cão positivo para a doença já está sendo acompanhado. Vale lembrar que não foram trabalhadas todas as casas do bairro porque inicialmente a área delimitada é das residências próximas onde ocorreu o caso. No entanto, posteriormente, outras casas do bairro receberão a visita da Vigilância.

A ação foi feita em parceria com o Centro de Controle de Zoonoses de Jundiaí e conta com coordenação da Superintendência de Controle de Endemias (Sucen), de Campinas. Também participaram o Instituto Adolf Lutz, professores da Faculdade de Campo Limpo Paulista (Faccamp) e alunos das Universidades de São Paulo e de Harvard, que fazem um trabalho acadêmico sobre a leishmaniose.

 

Prevenção - Diferente do mosquito transmissor da dengue, o Aedes Aegypti, o ‘mosquito palha’ não precisa de água, mas sim de matéria orgânica para se desenvolver. Por isso, medidas simples como a limpeza do quintal, eliminação de resíduos orgânicos e fontes de umidade são importantes para evitar ou reduzir a proliferação do vetor.

 



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